Belisca o dia inteiro, come para aliviar a tensão, ataca a geladeira à noite? A ansiedade muda o apetite e o sono. Cuidar dela ajuda a retomar o controle das escolhas e a disposição.
Episódios frequentes de comer grande quantidade com perda de controle podem indicar compulsão alimentar, que tem tratamento específico.
Comer alivia a ansiedade por alguns minutos — e o cérebro aprende rápido esse atalho. Depois vem a culpa, que gera mais ansiedade, que gera mais vontade de comer.
O sono ruim também conta: dormir mal aumenta o apetite e a vontade de doce. E alguns remédios psiquiátricos favorecem o ganho de peso — o que precisa ser levado em conta na escolha do tratamento.
Tensão ou tristeza — um dia difícil, uma preocupação, o cansaço.
Comer para aliviar — o alívio vem rápido — e passa rápido.
Culpa e frustração — promessas de recomeçar amanhã.
Mais ansiedade — e mais vontade de comer — o ciclo recomeça.
Ansiedade, humor, sono, compulsão alimentar e os remédios que você já usa.
Quando há medicação, a escolha leva em conta o efeito sobre o apetite e o peso.
Técnicas para reconhecer os gatilhos e criar outras formas de aliviar a tensão, com nutricionista quando indicado.
A ansiedade pode levar ao ganho de peso por vários caminhos: comer para aliviar a tensão, sono ruim, menos atividade física e, em alguns casos, efeito de remédios.
Nem sempre, mas as duas coisas andam muito juntas. Compulsão alimentar é quando há episódios de comer grande quantidade em pouco tempo, com perda de controle e sofrimento depois.
Tratando a ansiedade, melhorando o sono e aprendendo outras formas de aliviar a tensão. Dietas muito restritivas costumam piorar o ciclo.
Alguns podem aumentar o apetite e o peso; outros têm pouco efeito. A escolha é individual e considera esse ponto desde o início.
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